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Assuntos! #6

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Transformações da intimidade

Nos anos 70, Lacan se indagava, no Despertar da primavera, sobre os efeitos da "dimensão pública da retirada do véu" numa época em que a permissividade sexual nas ruas, longe de realizar a promessa de eliminar os embaraços da sexualidade que perdia sua clandestinidade, ao contrário, já afetava o apetite sexual.

Quando "o privado se torna público" –como escreve Gerardo Réquiz neste número–, o público pode se converter num estranho familiar inquietante. Quais seus efeitos na subjetividade e na família? É como um "Assunto contemporêneo" que Ana Lúcia Luterbach aborda o tema citando Agambem, pois afinal é preciso coragem para lançar luz sobre "o escuro da época". A entrevista de Débora Fleischer, autora do livro Clínica de las transformaciones familiares é luminosa, bem como a entrevista de Gerardo Arenas que responde a questões espinhosas. O Nome-do-Pai como mercadoria que se negocia nos Tribunais é o tema que Fernanda Otoni traz ao debate, enquanto as teorias sexuais infantis são revisitadas na análise feita por María Auxiliadora Rodríguez do filme "Cegonhas". O que estará destinadoaos filhos da ciência e das novas ficções jurídicas?

Maria Josefina Sota Fuentes
Responsável da EBP no VIII ENAPOL

 

De tal Pai tal filho e Filho de peixe peixinho é (De tal palo tal astilla)
María Laura Errecarte (EOL)

Um primoroso filme japonês nos convida a deslocar nossos "Assuntos de família" até o oriente. Ressoa como um dito popular: "Filho de peixe peixinho é". Qual é a natureza dessa relação entre o peixe e o peixinho? Qual é seu estofo?

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A criança hoje -Transformações - Gozo singular

Da cegonha ao laboratório
María Auxiliadora Rodríguez (NEL)

Entrevista a Déborah Fleischer (EOL)
Leticia Varga e Laura Valcarce

Família: Assunto contemporâneo
Ana Lúcia Lutterbach-Holck (EBP)

Fapol NEL NEL EBP